Amado por muitos e odiado por muitos também, o inverno  faz com que tenhamos que adaptar nosso estilo de vida e aquilo que consumimos. Com as quedas nas temperaturas é comum que as pessoas busquem por produtos e experiências que proporcionem uma sensação de conforto e aquecimento. A estação mais fria do ano traz diversas mudanças sazonais e uma delas pode ser observada nos tipos de produtos importados para o Brasil, que desempenham um papel significativo e suprem demandas específicas, agregando variedade aos mercados locais. 

Um dos grupos que se destacam no inverno é o de bebidas quentes, ao qual o vinho faz parte. No cenário mundial, o Brasil se encontra entre os 20 maiores consumidores de vinho. Só em 2022, o nosso país importou o equivalente a 198 milhões de garrafas. Segundo a Associação Brasileira de Enologia (ABE), a média atual é de 4,5 litros por habitante. Afinal seja fondue, uma massa ou um belo risoto, todos ornam muito bem com uma taça de vinho. Não é mesmo? 

Sabendo da preferência popular, os importadores investem na importação de variados tipos e marcas dessa bebida tão querida pelos brasileiros. Sendo assim, nessa época do ano o processo logístico de importação de vinhos é movimentado.

A importação de vinho no Brasil

Para importar vinho no Brasil, existem algumas exigências e cuidados necessários em sua logística para garantir a qualidade e a integridade do produto. Alguns aspectos como iluminação, umidade e temperatura são essenciais para boa conservação da bebida. Além disso, é preciso levar em conta os procedimentos exigidos pelos órgãos anuentes.

O MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) é o responsável pela padronização, classificação, inspeção e fiscalização da produção e do comércio de bebidas. Por isso, todas as empresas e estabelecimentos que importam bebidas para o Brasil devem ser registrados neste órgão, além de seguir as regras de importação exigidas nas normativas deste Ministério.

De maneira geral, o importador deve se atentar às etapas necessárias para concluir com sucesso a importação de vinhos. São elas:

  1. Habilitar a empresa no Radar, da Receita Federal, para que consiga realizar o processo de importação;
  2. Registrar a empresa como importadora de bebidas;
  3. Entregar os documentos e dados laboratoriais para análise pelo MAPA;
  4. Observar se as informações exigidas pela legislação brasileira constam no rótulo do vinho importado;
  5. Assegurar-se de que o embarque dos produtos segue as orientações;
  6. Acompanhar todo o desembaraço aduaneiro na Receita Federal.

Parece complicado, não é mesmo? Por isso, seja na importação de vinho ou de qualquer outro produto, é importante escolher parceiros especialistas em comércio exterior que estão preparados para oferecer o suporte necessário e garantir que a sua importação esteja adequada aos padrões exigidos. Que tal dar uma olhada nas dicas do nosso infográfico sobre o processo logístico de importação de bebidas? Clique aqui e confira Infográfico. E você já sabe: conte sempre com a Poly! 😉